Esteja pronto para a nova educação

Artigo do diretor Bruno Souza, publicado nesta sexta-feira, 31/10, no jornal Folha da Região. Confira!

A história da humanidade é pródiga em momentos de crises que se tornaram ponto de inflexão necessário para que o progresso acontecesse. E assim é na vida de todos nós. Os problemas são, em boa parte, chamamentos para que saiamos da zona de conforto. E desta forma, o novo sempre vem. A roda viva das coisas mantém o planeta sempre em evolução.
A presente pandemia da covid-19 é um destes casos. Ela veio para mostrar ao homem a sua fragilidade e também para acelerar processos. E um dos pilares abalados foi a forma de comunicação pessoal e comercial. O uso da internet deixou de ser uma opção para se transformar na única via viável.
Há tempos, em nossos artigos, temos destacado o quando a introdução das novas tecnologias era imprescindível para a modernização dos processos educacionais. As escolas, sempre defendemos, precisavam deixar de ser catedrais do saber para se transformarem em espaços de curadoria.
E tudo isso era discutido com o entendimento de que o processo seria inevitável, mas que seria lento e progressivo. De repente, ficar em casa se tornou imperativo. E as crianças, jovens e adultos que precisavam continuar seus estudos foram impelidos a acelerar o processo de adoção do computador ou do telefone celular como meio de continuar recebendo informações e não pararem seus cursos.

Uma nova educação está nascendo. E isso independe se virá ou não uma nova onda de covid-19. O que foi acelerado neste momento ímpar não cessará de seguir em frente e em alta velocidade

As unidades escolares e seus membros, seja do corpo docente ou discente, precisam se adaptar e continuar andando rumo ao futuro. Uma pesquisa da empresa britânica de aprendizagem Pearson divulgada na última segunda-feira, que ouviu milhares de estudantes em diversos países, sugere que a pandemia do novo coronavírus deixará marcas permanentes na educação.
Para 90% dos entrevistados da segunda edição da “Global Learner Survey”, a aprendizagem online fará parte da realidade dos estudantes dos ensinos fundamental, médio e superior. Todavia, 67% dos respondentes globais e 75% dos brasileiros afirmam que as instituições educacionais são menos eficazes no uso da tecnologia que outros setores, como o de saúde e o bancário, e esperam que isso mude.
Também é crescente a percepção de que a educação está se tornando mais ‘self-service’, especialmente em países como Índia e Brasil. Prova disso é que por aqui, 90% também dizem que as pessoas precisarão assumir maior responsabilidade sobre o que aprendem para suas carreiras.
Entre os achados do estudo, pode-se destacar ainda que a pandemia mudou a percepção das pessoas sobre trabalho e habilidades – 76% dos brasileiros afirmam que a situação os levou a repensar suas trajetórias profissionais, e 59% temem que terão que mudar de carreira por causa dela. Globalmente, 89% dos respondentes dizem que as pessoas precisarão desenvolver mais habilidades digitais, como colaboração virtual, comunicação, análise de dados e gerenciamento remoto de equipes.
Como diz a canção, nada será como antes. Que comece o futuro e que estejamos prontos para ele! .

cartão bruno

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