Artigo do diretor: cocriação na educação

Criar juntos é o assunto do artigo do diretor Bruno Souza, publicado na edição do dia 15 de outubro do jornal Folha da Região. Confira!

Reuniões de planejamento estratégico com a equipe gestora são frequentes no Judá!

Há na administração a teoria da centralização e a teoria da descentralização. Apesar de ser comum o modelo hierárquico de centralização – e de fato há situações que acredito que seja o mais coerente a se fazer – estudos mostram que por mais talentosa que seja uma pessoa, ela jamais conseguirá atingir resultados em grandes escalas se centralizar todo o processo da empresa e a responsabilidade em si, sem dialogar com seus liderados e ouvi-los. No setor educacional por exemplo, assim como nos demais setores, há muitos anos, educadores já debatiam o modelo de trabalho em equipe nas escolas. Até mesmo grandes metodologias de ensino já trazem esse conceito de criar juntos. Atualmente, várias escolas desenvolvem as crianças para trabalharem juntas, dividindo funções, formando equipes. Aulas como empreendedorismo e robótica são comuns nas escolas mais inovadoras do Brasil. Inclusive, aulas de robótica e de tecnologia tem como seu primórdio o trabalho em equipe, acima da competitividade e engenharia. A Viamaker Education, que desenvolve soluções na área de educação tecnológica e robótica educacional, diz em sua proposta de trabalho que o intuito é inspirar, criar novas habilidades e competências para contribuir com o processo de transformação de pessoas e formar líderes e cidadãos para o futuro, que saibam trabalhar em equipe. Grandes corporações, mais do que nunca, inclusive do setor educacional, acabaram voluntariamente trabalhando com a cocriação. O termo cocriação começou a ser usado em 2004, desde o lançamento do best-seller “O futuro da Competição” escrito por C. K. Prahalad. E, durante a pandemia COVID – 19, muitas organizações, diante da necessidade, chamaram pra perto vários profissionais, de diferentes níveis hierárquicos e começaram a criar juntos. Algumas empresas mudaram até mesmo o formato da mesa redonda e da sala de reunião por reuniões ao ar livre. Muitas organizações se deram conta que criar em equipe é mais leve e muito mais produtivo do que criar sozinho. Há uma falsa ideia de que os profissionais mais criativos são apenas os envolvidos diretamente com o marketing, ou os arquitetos e artistas. Na grande verdade, diante das necessidades que esse cenário caótico de pandemia mundial trouxe, ficou ainda mais claro que as pessoas juntas podem reunir muitas ideias e colocá-las em prática, alcançando muito mais crianças e adolescentes, tratando-se da educação. Gostaria de aproveitar para citar neste espaço as cinco coisas que mais atrapalham e até mesmo bloqueiam a criatividade: Não aceitar o outro e achar que somente a sua ideia é válida; não aceitar as circunstâncias da vida; não saber lidar com as situações de improvisos e por último, não aceitar a cocriação, ou seja, não admitir criar junto com outras pessoas. Existe uma frase muito citada pelo sistema de ensino Sae Digital que diz: “A beleza da vida é estarmos juntos”. Para concluir, não são apenas profissionais de marketing, arquitetura e artes que podem ser criativos. Todo ser humano possuiu essa capacidade! Todo ser humano, sem exceção, nasce criativo. Observe as crianças e perceberá que com 2 anos de idade, eles tem uma facilidade incrível de transformar, pela criatividade imaginária, o carrinho em robô, o robô em um avião e por aí vai. Precisamos cuidar para que a seriedade e os “nãos” da vida adulta não paralisem o que há de mais criativo em cada um de nós.

cartão bruno

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