Artigo do diretor: Educação e economia

Nesta pandemia, a questão econômica tem sido pauta de debate constante. Ao mesmo tempo em que a sociedade chora e tenta evitar novas mortes, também se busca uma fórmula que garanta o comércio e a indústria em funcionamento. Gostaria de aproveitar este nosso espaço semanal para falar do quanto a educação é importante neste debate. Acredito que nenhum projeto de desenvolvimento, em tempos de crise ou não, possa ter sucesso se não tiver o setor educacional como eixo central.

De acordo com especialistas em macroeconomia, existem diversas maneiras de se dimensionar o impacto das escolas, sejam elas científicas ou profissionalizantes, nos rumos da economia da sociedade.

É consenso entre eles que um país mais educado gasta menos com saúde pública, tem níveis de segurança mais elevados, já que apresenta criminalidade mais baixa. Maior escolaridade faz com que, direta ou indiretamente, uma economia funcione com mais eficiência e tenha mais solidez na hora de atravessar momentos como esta pandemia, que pelo jeito está longe de acabar.

Se olharmos a história de nosso país, muito antes da presença da covid-19 como fator impactante, vamos perceber que já tivemos diversos períodos de crescimento econômico. Quase todos foram chamados de “voos de galinha”. Ganharam este apelido porque essas aves não conseguem se manter no ar por muito tempo, perdem o fôlego rapidamente e voltam ao chão. Em outras palavras, acredita-se que nosso país nunca consegue dar continuidade às mudanças consistentes que, de fato, garantam o desenvolvimento duradouro.

Vale ressaltar que em nenhum desses períodos de alguma ascensão econômica, a educação de qualidade foi se quer considerada e levada à mesa de discussão. Fica claro que sem um projeto que inclua melhor capacidade intelectual e técnica das atuais e futuras gerações não tem plano milagroso que faça o país ter sustentação para um projeto de crescimento.

Para alcançar esse objetivo, devemos melhorar, entre outras coisas, a formação dos professores, criar políticas transversais para a Primeira Infância e repensar o Ensino Médio. Todas essas mudanças devem, é claro, acompanhar melhoria da gestão de recursos para a Educação. E isso cabe aos governos e à sociedade fazerem.

Eu, particularmente, vejo como os jovens que aprendem empreendedorismo, novas tecnologias e a ideia de que a inteligência tem que ser colocada em prática no cotidiano, demonstram-se mais capazes de traçar um futuro melhor para eles e para a sociedade. Espero que o Brasil aprenda que só com a educação poderemos ter um futuro melhor pós-covid e muito além dele.

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