Artigo do diretor: a felicidade e a educação

Neste sábado, em todo o mundo, é comemorado o Dia Internacional da Felicidade. Uma data muito importante em tempos de pandemia, em que o medo, a insegurança e a despedida precoce de entes queridos e amigos nos colocam em contato com a angústia. Então, gostaria de aproveitar nossa conversa semanal para refletir sobre a própria felicidade e como a educação se relaciona com este sentimento.

O “International Day of Happiness” foi comemorado, pela primeira vez, em 2013. Ele foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas), em junho de 2012. Mas, o “pontapé inicial” foi do Butão, um pequeno país asiático, que se orgulha de possuir uma das populações “mais felizes do mundo”.

A decisão de criar um dia dedicado à felicidade surgiu durante uma reunião geral das Nações Unidas, sob o tema “Felicidade e Bem-Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico”, em abril de 2012. O objetivo era promover a felicidade e a alegria entre os povos do mundo, evitando os conflitos e guerras sociais, étnicas ou qualquer outro tipo de comportamento que coloque em risco a paz e o bem-estar das sociedades.

Mas o que seria essa felicidade? Na obra “A Psicologia da Felicidade”, o neurocientista Evandro Borges explica que o conceito de felicidade é subjetivo e, por isso, segundo ele, não pode ser aplicado a todos, uma vez que cada indivíduo possui sua própria percepção de mundo.

Pego este livro ainda como referência para propor a discussão sobre a relação entre a felicidade e a educação. Borges, por meio de suas pesquisas, entende que quando você tem amor por uma profissão, quando descobre nela sua vocação, quando você acredita que seu trabalho pode influenciar positivamente a vida de outras pessoas e, quando as pessoas depositam em você confiança, você descobre verdadeiramente um sentido maior pelo qual a vida deve ser digna de ser vivida.

“Somos parte de uma coletividade e nos conectamos uns com os outros constantemente, da mesma forma que nos conectamos com o mundo à nossa volta. No entanto, é necessário que nossa existência faça sentido nesse mundo. Deve haver uma causa exterior, um significado, um propósito. E talvez esse seja o motivo pelo qual muitas pessoas passem por crises existenciais que causam angústia e fazem-nas sentirem-se insignificantes”, diz o autor.

E o professor encontra a sua felicidade ao dar de si para a edificação de um mundo melhor. E o estudante, ao ampliar seus horizontes e sua capacidade cognitiva, ganha em felicidade ao se perceber melhor e entender o mundo que o cerca.

Portanto, a educação é uma ferramenta fundamental para a construção de um mundo feliz. Acredito que, nesta profissão, encontramos um sentido para nossos esforços. E em cada criança, jovem e adulto que podemos tocar com nossa lida diária pedagógica, essa felicidade se multiplica tanto em quem oferece quanto em quem recebe a aprendizagem.

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