Artigo do diretor: A escola e a criatividade

 “Escolas matam a aprendizagem”. Essa frase, que ouvi nos últimos dias, me fez tremer e também refletir sobre as melhorias que podemos fazer nos locais formadores de educação. E este “matar” vem da ideia antiga de que os professores eram absolutos no passar o conteúdo, que era compartimentado e “decorável”. O antídoto para isso, como temos defendido neste espaço, é a adequação do sistema educacional à nova realidade digital, tendo a criatividade como pilar central. Produzir cidadãos criativos, preparados para resolver problemas e gerar soluções práticas é fundamental.

A escola inserida em uma sociedade digital tem que desenvolver na criança a habilidade de reorganizar sua vida a qualquer momento, usando as novas ferramentas de comunicação e apresentando os conteúdos de forma mais interativa. Essa escola diferenciada, creio eu, deve promover uma implicação ativa e crítica por parte de seus alunos. Este tipo de educação deve valorizar a relação afetiva com as pessoas, fundamentado na reflexão de suas condutas, a fim de que suas dificuldades sejam constantemente superadas.

Esta aprendizagem criativa, apontam estudos sérios na área pedagógica, possibilita que o aluno promova a aproximação dos conteúdos com a realidade vivida, distanciando-se, cada vez mais, da memorização e da repetição. Este modelo de ensino, que deveria ser realidade e não apenas um projeto, ainda ajuda as crianças e os adolescentes a entender e lidar com a necessidade de reorganizações de seus sentimentos, compreendendo melhor seu mundo interior.

Para que a atuação com os alunos, nessa perspectiva, tenha seus objetivos atingidos, o investimento no corpo docente deve ser constante, provocando suas reconstruções cognitivas. Dessa maneira, com um planejamento pedagógico e administrativo, edificado de forma a valorizar o desenvolvimento da criatividade, incentivando esta como cultura em sala de aula, os alunos se sentirão desafiados a novos papéis e conhecimentos de maneira individualizada, motivados pela ética e pela criatividade.

Novamente, quero convidar os pais e os administradores de escolas, sejam elas públicas ou particulares, a refletirem de que forma as escolas vêm ou não atuando nesta direção, atendendo a uma demanda crescente, cobrada essencialmente pela própria evolução natural de um mundo que necessita de ajustes, cada vez mais elaborados, que atendam às necessidades da humanidade e, ao mesmo tempo, preservem a integridade do ambiente, tendo-o e mantendo-o como aliado da sociedade, da humanidade e de estratégias criativas para se estreitar cada vez mais esses laços.

As escolas não devem matar a criatividade, mas se tornarem, na verdade, o grande motor de desenvolvimento cognitivo e promotor da liberdade de criação e realização.

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