Artigo do diretor: A educação e os direitos humanos

Temos defendido sistematicamente que a educação é a principal, ou única via para promoção da cidadania. E o assunto torna-se novamente relevante porque no último sábado, 28/6/21, foi comemorado 76 anos da assinatura da Carta da ONU (Organização das Nações Unidas). Este é um documento que criou um compromisso mundial de defender os direitos humanos dos cidadãos. E, além disso, ele delineou um amplo conjunto de princípios relacionados a obtenção de “padrões de vida mais altos”, abordando “problemas econômicos, sociais, de saúde e afins” e “respeito universal e observância direitos humanos e liberdades”.

E é a partir desta carta que o Brasil e mais de 100 países, desde então, têm balizado suas políticas de promoção social. E sendo a educação um dos pilares da sociedade, ela é também regida pelos ideais de edificação de uma sociedade mais igualitária e progressista.

Entende-se, em nosso país, à luz da Carta, que a educação para a cidadania visa contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autônomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, tendo como referência os valores dos direitos humanos.

Como temos ressaltado ao longo dos nossos artigos semanais, por meio da educação a pessoa pode conhecer todos os seus direitos e ainda exercer os seus deveres enquanto cidadão. Defendemos, semana após semana, que as políticas públicas em nossa cidade, Araçatuba, como nos demais municípios, se preocupem cada vez mais em formar cidadãos voltados ao coletivo, à empatia e ao empreendedorismo. Nossa crença é a de que nossa missão de educar deve ser focada na formação de pessoas livres e de bons costumes. Pessoas que serão profissionais, de qualquer área, que entendam que suas ações impactam positiva ou negativamente toda a sociedade. E por isso, elas devem primar pela ética e pela solidariedade.

Tenho testemunhado, ao longo da minha jornada na educação, o poder que a educação cidadã tem. Tenho visto os jovens e adultos que passaram pelos bancos escolares por onde tive o prazer de militar, hoje sendo relevantes para a comunidade por meio de suas ações.

 A escola, permitam-me repetir, não deve ser um local de despejo de conteúdo sobre a criança ou o adolescente, com o único objetivo de passar em um vestibular ou concurso. É nas salas de aula que eles devem aprender também sobre a felicidade, sobre a empatia e o pensar livre.

A ONU prega que a educação deve promover a igualdade entre as pessoas, o fim da opressão e da discriminação, a justiça, a garantia da dignidade, a proteção e a liberdade. Na Declaração, a educação aparece não apenas como um direito, mas também como um meio para que se alcancem os objetivos propostos no documento.

Que possamos colocar em prática as diretrizes desse importante documento nessa e nas futuras gerações!

Explore mais esse conteúdo no link abaixo:

https://brasil.un.org/pt-br/91601-declaracao-universal-dos-direitos-humanos

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